26 de nov de 2014

Cigano, filho do vento!

Insigne, o dia em que nasci do ventre da minha mãe!
Livre para viver a liberdade nesta ocasião...
O mundo inteiro passou a ser a minha mansão.
Não careço de um teto; aprecio o céu aberto!
Não quero parede; quero avistar o rio e matar a minha sede...
Não quero suntuosidade; quero a pureza alicerçando a liberdade!
Não penso no futuro, o meu instante é o atual.
O amanhã não me pertence; o hoje é o principal!
O que está à frente poderá vir ou não.
A realidade eu tenho agora em minhas mãos!
Se eu morrer nesta hora não serei dono do futuro que não veio...
Por isto, faço o meu melhor no presente; nisto eu creio!
O passado só me serve de lição, assim preservo os meus valores.
Avanço respeitando todo chão, e não caminho sobre as flores.


Eu sou um espírito livre, portanto, eu amo a liberdade...
A bela tela de cinema é quando amanhece e o sol traz a claridade
A natureza é de graça; engano é fazer dela uma propriedade!
Não preciso de muito para viver a vida com toda dignidade
O maior tesouro é ver imperar dentro de mim a tal felicidade
O que está fora é uma imagem; é no interior que reina a verdade.
A minha vida é comparável com o sol; vivo num eterno movimento!
Um novo tempo, o aceno é do arrebol; Cigano, filho do vento!

Janete Sales Dany
Licença Creative Commons
O trabalho Cigano, filho do vento! de Janete Sales Dany está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.



 Salve Santa Sara Kali

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