4 de jun. de 2012
LA CRÈME DU CRIME... by Rosam Cardoso
2 de jun. de 2012
Que país e este??? Que povo somos???
27 de jan. de 2012
Ética em tempo de mudança - Renato Janine Ribeiro
18 de dez. de 2011
Você me daria um emprego? E sem sentir medo? By Dany
25 de nov. de 2011
Brasil comemora Dia Internacional da Não Violência Contra a Mulher
17 de nov. de 2011
Hoje eu quero abraçar o mundo...by Dany
As Mulheres que eu tinha eu não amava de coração
Eu possuía muitas e exibia para todos a minha coleção
13 de out. de 2011
Lamentável prazer...By Dany
12 de out. de 2011
A coragem de ser original...by Dany
Criança se olhando no espelho
- Por que você perde seu bom humor, fazendo essa confusão toda com seu cabelo? - perguntou meu pai, quando me encontrou chorando de raiva porque eu era muito menina, e não tinha a habilidade necessária para fazer o penteado em moda nos meus tempos de colégio.
- É a moda! - lamentei-me. - Só o meu nunca fica como os outros!
11 de out. de 2011
Perfeccionismo! By Dany
O psiquiatra argentino Hugo Marietán define a pessoa perfeccionista como aquela que esforça-se em melhorar o êxito de seu objetivo seguindo um padrão ideal. São pessoas que tendem a dar uma importância exagerada a tudo e nunca se sentem satisfeitas. Ocupam-se mais do que necessário em pequenas tarefas e tendem a ficar com a sensação de que poderiam ter feito ainda melhor.
5 de out. de 2011
Seja você mesmo! Mantenha sua alma viva! By Dany
Homofobia, preconceito, sexo oral e outras coisas…by Dany
24 de set. de 2011
22 de set. de 2011
Tome cuidado, esta fila é NOSSA! By Dany
8 de ago. de 2011
LEI MARIA DA PENHA - Agência Patrícia Galvão
Violência contra as mulheres na pauta da imprensa: cobertura sobre os 5 anos da Lei Maria da Penha

"O projeto foi elaborado por um grupo interministerial a partir de um anteprojeto de organizações não-governamentais. O governo federal o enviou ao Congresso Nacional no dia 25 de novembro de 2004. Lá, ele se transformou em projeto de lei, foi aprovado e sancionado em 7 de agosto de 2006."
22 de jul. de 2011
Jogador do Manchester City dá exemplo de combate ao bullying
Aquilo que para alguns não custará praticamente nada fazer, para quem recebe pode representar o maior presente da vida.
Cada gesto nosso sempre tem valor!
O MAL DO IGUALITARISMO NA EDUCAÇÃO
5 de mai. de 2011
O que é se colocar no lugar do outro?
Uma das operações psíquicas mais sofisticadas que aprendemos, lá pelos sete anos, é esta, de tentarmos sair de nós mesmos para imaginar como se sentem as outras pessoas. De repente podemos olhar para a rua num dia de chuva e imaginar - o que, de certa forma, significa sentir - o frio que um outro menino pode passar por estar mal agasalhado.
Nossa capacidade de imaginar o que se passa é como uma faca de dois gumes. O engano mais comum - e de graves conseqüências para as relações interpessoais - não é imaginarmos as sensações de uma outra pessoa, e sim tentarmos prever que tipo de reação ela terá diante de uma certa situação.
Costumamos pensar assim: "Eu, no lugar dela, faria desta maneira." Julgamos correta a atitude da pessoa quando ela age da forma que agiríamos. Achamos inadequada sua conduta sempre que ela for diversa daquela que teríamos. Ou melhor, daquela que pensamos que teríamos, uma vez que muitas vezes fazemos juízos a respeito de situações que jamais vivemos.
Quando nos colocamos no lugar de alguém, levamos conosco nosso código de valores. Entramos no corpo do outro com nossa alma. Partimos do princípio de que essa operação é possível, uma vez que acreditamos piamente que as almas são idênticas; ou, pelo menos, bastante parecidas.
Cada vez que o outro não age de acordo com aquilo que pensávamos fazer no lugar dele, experimentamos uma enorme decepção. Entristecemo-nos mesmo quando tal atitude não tem nada a ver conosco. Vivenciamos exatamente a dor que tentamos a todo o custo evitar, que é a de nos sentirmos solitários neste mundo.
Sem nos darmos conta, tendemos a nos tornar autoritários, desejando sempre que o outro se comporte de acordo com nossas convicções. E assim procedemos sempre com o mesmo argumento: "Eu no lugar dele agiria assim."
A decepção será maior ainda se o outro agiu de modo inesperado em relação à nossa pessoa. Se nos tratou de uma forma rude, que não seria a nossa reação diante daquela situação, nos sentimos duplamente traídos: pela agressão recebida e pela reação diferente daquela que esperávamos. É sempre o eterno problema de não sabermos conviver com a verdade de que somos diferentes uns dos outros; e, por isso mesmo, solitários.
Aqueles que entendem que as diferenças entre as pessoas são maiores do que as que nos ensinaram a ver desenvolvem uma atitude de real tolerância diante de pontos de vista variados a respeito de quase tudo. Deixam de se sentir pessoalmente ofendidos pelas diferenças de opinião.
Podem, finalmente, enxergar o outro com objetividade, como um ser à parte, independente de nós. Ao se colocar no lugar do outro, tentarão penetrar na alma do outro, e não apenas transferir sua alma para o corpo do outro. É o início da verdadeira comunicação entre as pessoas.
Flávio Gikovate










